…à Almeirim, Portugal, comer sopa de pedra

 

Captura de Tela 2016-01-19 às 21.15.30

Recordar é viver! Um ano de amor por Portugal!

Hoje cedo, quando a Genoveva viu as tais das “recordações do Facebook”, ela ficou cheia de saudade. E quase me bateu porque eu nunca fiz um post sobre Portugal. Só parou de fazer beicinho quando eu prometi que ia postar mais tarde o que ela quer ia contar.

Coisa boa – e barata – pra comer em Portugal é o que não falta. A gente se acostuma a pensar só em bacalhau, mas tem muito mais lá na terrinha. Ainda bem, pois bacalhau não é iguaria mais adorada da gente. Há exatamente um ano, fiquei pouco mais de um mês em Portugal, a maior parte do tempo em Almeirim, uma cidade de 23 mil habitantes no centro do país, em uma região chamada Ribatejo.

É de lá que vem uma das fábulas mais legais da gastronomia mundial, a da sopa de pedra. Diz a lenda que um frade pobre estava em peregrinação e precisava comer, mas não era muito afins de sair simplesmente pedindo comida pronta. << Afe, mas que frescura… >>(não seja despeitada e contenha seus comentários, Genoveva). Desculpem. Bom, então que ele pediu o caldeirão pra um morador, dizendo que ia fazer uma sopa com uma pedra que ele trazia no bolso.

<<Aí, certeza que a portuguesada falou “foooooda-se”>> (Gente… relevem a Genô, ela está impossível. Mas é que é sério, em Portugal se fala muito isso com vários sentidos, tipo o nosso “ah vá!”, como nesse caso). Voltando. Pessoal duvidou, mas pagou pra ver. E ele, bem espertalhão, ia pedindo: ficaria melhor com umas batatas, vocês têm? Um chouriço caía muito bem…E o pessoal foi dando. E quando a sopa ficou pronta estava uma delícia, obeveamentchi. O safado ainda pegava a pedra, lavava e guardava para a próxima refeição.

A sopa é servida hoje nos restaurantes todos da cidade e é mesmo ótima, embutidos, batata, cebola, alho, feijão branco… <<hmmm, vamos fazer?>> (Vamos, Genoveva. No inverno vamos). Em alguns restaurantes tem até a pedra mesmo. Ouvi dizer que tinha sido proibido fazer isso para os clientes não correrem o risco de quebrar os dentes, mas eu fui a um restaurante que tinha a tal da pedra. E a tradição diz que quem botar a pedra no prato paga a conta.

Você pode comer em qualquer um dos simpáticos restaurantes da cidade, que aos finais de semana fica cheia de ônibus de excursão para provar a tal sopa. Eu vou dar o endereço de onde eu fiz a minha primeira refeição em Portugal, com a querida Marta, que dividiu comigo a própria casa, os seus discos maravihosos, me deu de presente sua amizade e que eu guardo no meu coração!

Para ir: O Toucinho

Rua de Timor, 2-5, Almeirim, Portugal

IMG_5916

A estátua do frade que era 99% religioso e aquele 1% safadão

IMG_2542

Vixe, pessoal num bota mais muita fé na sua sopa não, hein?

IMG_2546

Olha que simpática a fachada do Toucinho

IMG_2548

O cardápio do Toucinho

IMG_5718

A minha primeira sopa de pedra, em uma Almeirim a zero grau, com neblina e com o cheiro de lenha das lareiras que a Marta me ensinou a sentir e a guardar como sendo o cheiro do inverno de Almeirim

IMG_5719

Bifanas, um sanduíche de bife de porco, um molhinho secreto no pão chamado caralhota. Depois falaremos desse pão, sim? Guardem a empolgação

IMG_2517

Esta é Almeirim

…a Sorocaba, Brasil, se acabar na coxinha

Precisamos falar sobre coxinhas...

Precisamos falar sobre coxinhas…

Tudo começou com a Alê Mozão Luvisotto, a Nena, que postou na minha timeline que iria ter um festival de coxinhas na Padaria Real, em Sorocaba. EM. UMA. QUARTA. FEIRA. Genoveva entristeceu-se. Sentiu a dor de não poder dar um rolê descompromissado até lá e comer, ao vivo, em cores e frita na hora, aquela coxinha estupenda que tinha ganhado de presente da própria Alê, congelada, umas semanas atrás.

Até que aparece um comentário no post: “vamos, Cíntia!”. E outro “Alguém falou coxinha?”. Genoveva apenas respondeu: “não brinquem com meu coração!”. Mas era sério. E assim se formou a Caravana da Coxinha: eu, a Alê, o Aecio-não-Neves (que instigou a ida) e a Luciana Prima Tamaki (que sentiu o cheiro da friturinha de longe). Perdemos a primeira edição, em 12 de agosto, mas o universo conspira a favor e 15  dias depois fomos conferir a segunda, ainda bem. Quando a gente contou que tinha saído de São Paulo só pra ir no festival, o pessoal da padaria – além de amar a história – disse que da primeira vez as filas eram gigantescas. Que foram fritas OITO MIL gotinhas empanadas de sabor por loja (ou seja, 32 mil delas) e eles mesmos não conseguiram provar nenhuma! Eu não ia aguentar isso, gente. Não ia.

No festival, eram oito versões. Além da tradicional de frango com catupiry e da de pernil, sempre disponíveis, tinha coxinha de carne seca, de calabresa com catupiry, de bacalhau. de quatro queijos, de palmito e de brócolis. Cheguei no balcão e a moça: qual você quer? Entrei em pânico. Terminei pedindo uma de cada. E, gente, sério… até os sabores aparentemente esdrúxulos eram maravilhosos. A de brócolis, afe… Só a de quatro queijos não me emocionou. As outras… Casquinha crocante, massa saborosa e macia, todos os recheios suculentos e bem temperados.

De qualquer maneira, se me oferecessem para morar dentro da padaria, usando de cama a bandeja de coxinhas, eu ia (Toma sua linha, Genoveva, a gente mora quase do lado do Veloso!).

Para ir: Padaria Real

Av. Engenheiro Carlos Reinaldo Mendes, 2.650, Sorocaba, Brasil (mais 3 endereços na cidade)

*Esta é a história de pessoas que decidiram que existiam prioridades na vida e uma delas era comer coxinhas. Em uma cidade 102 km distante de São Paulo, onde todos moram e trabalham, no meio de uma quarta-feira. Todos freelancers, autônomos, e “donos do próprio negócio” (adoro falar ‘próprio negócio’, que expressão mais maravilhosa), foram aproveitar que temos muitos perrengues, mas temos a liberdade de mandar no próprio tempo. Obrigada a todos os envolvidos.

IMG_9067

Olha elas! Não dava para escolher uma só. Mesmo sem o festival, vale a de pernil e a tradicional

IMG_9107

Ferris Bueller’s Day Off. Gente que curte a vida adoidado mesmo❤

IMG_9103

Esse dia foi foda é a única legenda possível

IMG_9070

“Deixa que eu tiro uma foto de vocês com as coxinhas, meninas!”, da atendente que adorou que a gente se descambou de SP para lá em plena quarta-feira só pra comer

IMG_9080

Se liguem na cestinha de encomendas da Nena. E na no detalhe para o “festival” da faixa

IMG_9087

Passando por Sorocaba, procure pelo irmão da tia da Casa do Pão de Queijo. Ops, pela Erundina. Ops, por este logo mesmo

IMG_9101

Amar é: fazer um coração com duas coxinhas e outro com as duas mãozinhas

…a Freiburg, Alemanha, conhecer as comidas de inverno

Genoveva disse que quer se casar com um buquê desses

 

Tenho verdadeira adoração por mercados. A primeira coisa que busco em uma cidade que visito são as feiras, mercados de rua e mercados mesmo, do tipo Pão de Açúcar e Extra da vida. Sempre entro, fuço, faço fotos dos de rua ou municipais e por muito tempo passei muita vontade.

Vontade de comprar e ter um lugar pra cozinhar aquelas coisas todas: carnes, verduras, vegetais. Lembro de como fiquei babando no açougue que só vendia carne de cavalo em Bolonha, pensando o gosto que tinha aquilo (já resolvi esse problema, no Canadá). Então, quando fico na casa de amigos em outros lugares, eu aproveito. Neste fim de 2014, começo de 2015, foi a vez de curtir as comidas de inverno do sul da Alemanha, absolutamente diferentes das que conheci no verão de 2013.

Helenoca, minha amiga-irmã que mora lá, foi a responsável por mais uma vez deixar a Genoveva mais do que feliz provando várias coisitas. É curioso notar como há menos barracas nos mercados de rua e como as opções mudam, uma coisa que a gente em São Paulo, pelo menos, não sente muito de estação para estação.

O mais legal é que mesmo sem ter amigos morando, hoje dá para alugar casas num airbnb da vida e escolher espaços m que se pode cozinhar. No esquema foto-legenda, veja só o que a Genô provou e recomenda – ou nem tanto – pra vocês.

Atualizaçãozinha: se você quiser comer bolo floresta negra, região onde fica Freiburg, leia mais aqui. Tem uma outra

IMG_5700

O prato final meio surtado, já que eu resolvi provar várias tralhas no último dia: alchachofras recheadas a moda da minha família (elas eram bem fora de época e estavam meio sem gosto, mas não resisto), brócolis romanesco (tem o mesmo gosto do outro, só é bonitim), cogumelos com pesto de rúcula e frisch käse (é um queijo fresco estilo requeijão, sim, é bom), käsewurst (linguiça recheada com queijo uma delícia), e mangolt, um primo do espinafre.

.

IMG_5694

Amêndoas, eram as últimas, bem difíceis de colher, angariadas das amendoeiras do Kaiserstuhl

IMG_5628

RASPBERRY PAVLOVA, ou como quer que os alemães chamem isso. Vício em Müller Corners, trabalhamos com isso desde 2003

IMG_5455

Feldsalat, umas folhinhas bem simpáticas e gostosinhas e baratas que tem bastante por lá no inverno

IMG_5619

Mangolt. Tem também amarelo. É bonito e gostoso e se você pensou em folhas de beterraba, sim, o gosto se parece.

IMG_5623

Brócolis romanesco: já vi para vender no Brasil bem caro. Nem esquente com ele, o gosto é o mesmo.

…pra cozinha. Genoveva em: o pudim que salvou o Natal (atualizado)

Captura de Tela 2014-12-28 às 10.21.20

Olha o sucesso desse pudim, prestenção!

Essa não é exatamente uma história de viagens e comilanças, mas de como a Genô conseguiu influenciar muitos paladares no final de 2014 e enfiar o seu favorito, predileto, imexível doce de fim de ano na mesa de uma galera. O título dessa história foi generosamente concedido pela diva dos doces, Alê Luvisotto, que ajudou a disseminar essa delícia.

Tudo começou lá nos idos dos anos 90, quando minha mãe, fisioterapeuta, trabalhava atendendo pacientes dentro da piscina (eu achava que ela se divertia de monte, pois além de comida, Genoveva é doidinha por um tchibum). Ela atendia uma senhora que havia sofrido um acidente, a Dona Nair – muito fina, diz a mama – e, perto do final do ano, falavam de comidas para a ceia. “Ah, lá em casa sempre tem pudim de nozes, é fácil de fazer e fica uma delícia!”. Sábia Dona Nair. Ela trouxe a receita pra minha mãe, que nem deu muita bola e nem fez naquele mesmo ano. Sei lá por quantos anos minha própria mãe me privou dessa delícia (INTERVENÇÃO DA CÍNTIA: Genoveva, menos, por favor). Sei que a primeira recordação que eu tenho desse pudim foi em um ano novo que minha amiga-irmã Helena passou com a gente (1994 para 1995. Sim, gente, são 20 anos), mas ninguém sabe dizer se foi a estreia do pudim na família. Sei que, a partir daí, toda vez minha mãe pergunta o que fazer de Natal ou ano novo e eu sempre respondo que tem que ter pudim de nozes.

Esse amor é tão grande que, quando morei em Londres em 2003, passei o Natal no pub que meu namorado da época trabalhava, no esquema “levem pratos de doce o salgado”, e eu levei ele, claro. Foi a primeira vez que fiz o delicinha eu mesma. E ouvi dos ingleses que “era melhor que sexo”. Não sei que sexo eles andavam fazendo, mas olha que dependendo pode ser melhor mesmo. Escrevi a receita em inglês pra geral, mas como era a fase pré-redes sociais, perdi o contato com aquelas pessoas e nunca soube se fizeram mesmo ou não.

Eis que finalmente chegamos a 2014. E eu, como sempre, comecei a sonhar com o pudim de nozes. Daí que a ansiedade da Genô ficou insuportável e eu postei uma bestage qualquer no Facebook elocubrando se demorava muito pra comer o tal pudim. Todo mundo pediu a receita e eu dei. Qual não foi a supresa que três amigas queridas e boas de garfo (a própria Alê, a Simone Canelada, da eterna Panela Depressão, melhor comunidade que existiu no Orkut, e a Fer Peixoto, linda-divina) fizeram o pudim e postaram fotos e outra, minha vizinha de coração e amor pela Itália, Rê Carnevale, fez, mas num deu tempo de tirar fotos antes dele acabar. E amigas das amigas ficaram salivando também e pediram a receita e então o pudim de nozes da mamãe quebrou a internet e salvou o Natal de 2014. SUCESSO! Eu e Genô ficamos muito felizes que nossas laricas fizeram as lombrigas de tantas pessoas felizes e devem continuar fazendo pelo mundo e pela vida afora!

Captura de Tela 2014-12-28 às 10.25.46
O post que iniciou o conto de Natal culinário
IMG_5404

Primeiro pudim que eu mesma fiz. Londres, 24 de dezembro de 2003

Captura de Tela 2014-12-28 às 10.22.02

O pânico da Alê nos 40 do segundo tempo

Captura de Tela 2014-12-28 às 10.26.03

O pudim da Si, feito antes do Natal

Captura de Tela 2014-12-28 às 10.21.41

O pudim da Fer, que fez logo receita dupla

Captura de Tela 2014-12-28 às 10.20.57

O pudim da Alê, que tá angariando mais fãs por aí, estamos esperando fotos dazamiga dazamiga.

Captura de Tela 2014-12-28 às 10.22.39

SIM! Eu não ia deixar vocês sem a receita, né? Viva as redes sociais, gente!

ATUALIZAÇÃO: O pudim de nozes salvou o Natal, o ano novo e continua abafando em 2015.  Foi a sobremesa de 31 de dezembro em Freiburg, onde foi resfriado deliciosamente na neve, depois deu uma passadinha em Londres. Matou as saudades monstras daquela cidade tão amada e foi pra aula de culinária do Nicolas Karagianis, filho da minha amiga tão linda, querida e comilona Ana Lívia. Foi um sucesso lá também!

Aí ele foi tema de post no blog demais The Cookie Shop , agora em junho de 2015 foi citado na página Tastemade e SIM! SIM! SIM! Hoje eu achei a foto da primeira vez que ele foi feito na minha família! Pô, cara. Esse pudim só me dá alegria!❤

Captura de Tela 2015-06-16 às 19.53.20

Olha a versão londrina, feita com a ajuda do Nicolas e que depois ele reproduziu na aula de culinária! Haja orgulho!

Captura de Tela 2015-06-16 às 20.03.31

De ano novo, com sorvete de creme e caldinha de frutas vermelhas. Feito no meio da Floresta Negra alemã e gelado na neve. Pheeno!

Captura de Tela 2015-06-16 às 20.05.05

Ione querida me lembrando que eu já espalhava essa receita na época do Orkut!

foto do pudim 1995

O PRIMEIRO PUDIM DE NOZES! Aquele de 1995, eu disse que acharia a foto! Meu pai, minha irmã, a Helena, minha mãe e eu, todo mundo com mais cabelo. Gosto dos detalhes da foto: palitos Gina e o licor de cassis do tão exaustivamente incensado nos anos 90 CREME DE PAPAIA (olhe bem e vc acha um papaia ao lado dos palitos Gina)

…fazer autopromoção em vez de posts novos

Captura de Tela 2014-11-18 às 11.46.06

Ai, gente… Quem é vivo sempre aparece. E sinceridade é nosso forte.

A Genoveva anda muitissississíssimo ocupada. Mas ela queria contar mais sobre o Canadá e vai aproveitar que a reportagem e as fotos que ela ganhou uns trocados fazendo está no ar no site da Casa e Comida e postar aqui. Eu chamaria isso de reaproveitamento de alimentos!😛

Roteiro gastronômico da Genô pelo Canadá

…a Ottawa, Canadá – The Whalesbone

IMG_0689

Um almocinho frugal na capital do Canadá

Quando eu comentei com um amigo que iria visitar o Canadá, ele sorriu e disse: “lagosta! Lá tem de monte”. E eu, que até então só pensava em encher a cara de maple syrup pra ver se dava pra fazer auto-extração das minhas veias depois, vi um mundo se abrir.
Eu só tinha comido os lagostins, que coloco na paella quando é época, e dado uma grafada na lagosta na manteiga que um casal estava comendo no Mercadão de SP. Sério. Eu perguntei se estava bom e valia a pena pedir e eles fizeram questão que eu provasse. ¯\_(ツ)_/¯
Ao chegar na capital Ottawa, tinha uma só certeza: iria ao The Whalesbone, que me fora muito bem recomendado pelo querido Beto, amigo de muito tempo que mora no país há 5 anos. E lá fiz o que foi, sem dúvida, uma das melhores refeições da minha vida comilona.
Cheguei. Tudo de madeira, gente bacana ocupando todas as mesas e, como sempre que estou sozinha, sentei no balcão. Eram dois, o do bar e o que eu via o amigão cozinhando. Um pirulito de bala soft pra quem adivinhar onde eu e Genô sentamos.
Começa que o lugar é uma “oyster house”, ou seja um bar especializado em ostras. Eles sempre têm vários tipos, quando fui eram quatro disponíveis, servidas detrás de um balcão de onde o outro amigo colocava o som de discos de vinil. Ai, ai…
Trabalham só com pesca certificada e “pescada” de maneira sustentável, fazem o próprio pão, têm uma manteiga de chorar diamante de tão incrível, já foram mil vezes premiados pela brigada eficiente e simpática. E foi lá que, olhando o cardápio, escolhi duas ostras para a entrada e… um sanduíche de cauda de lagosta com salada e batata frita, mais uma cervejinha artesanal e pensei que se eu tivesse que morrer naquele dia, que fosse dentro daquele lugar onde eu poderia comer tudo e ouvir todos os discos e ser eternamente brevemente feliz.
“Some call the atmosphere LOUD – we call it LIVELY!”❤ (direto do site deles)

Para ir:
The Whalesbone Oyster House

430, Bank Street, Ottawa, Canadá

IMG_0687

O couvert cortesia, com a manteiga que eu achei que tinha tempero e paguei mico perguntando pra descobrir que ela é “batida a ponto de extraírem toda a doçura do leite”. E não sabem por que eu me apaixonei pelo Canadá…

IMG_3149

Só pra atiçar a genô

IMG_3158

Dá um close no rabo dessa lagosta, dentro desse pão com manteiga, ervas e… pegue um lencinho, pois não sei vocês, mas eu chorei na hora

IMG_0685

O cara que fez meu almoço

IMG_0691

O bar com as ostras e os discos de vinil

IMG_0686

A atmosfera vibrante que eles falam ter (e têm)

IMG_0683

A fachadinha simpática

…viajar! Mas deixa dicas pros coleguinhas que ficam em SP!

Olar! Eu e Genoveva embarcamos hoje para mais um tour gastronômico de férias e verão. Vamos voltar com novidades delícia, diretamente do país do xarope de maple, o Canadá.

Mas não vamos deixar vocês abandonados. Separei com ela algumas coisinhas delícia para vocês comerem enquanto estivermos fora, ok? Servicinho na legenda de cada foto.
 
Beijos e até a volta!
 
IMG_2692

Takoyaki, o bolinho de nuvem recheado de polvo, como disse minha amiga Paula Montefusco. Obrigada pela descoberta, Ensei Neto!. Do Izakaya Issa, Rua Barão de Iguape, 89 – Liberdade

IMG_2768

Café de coador com brownie…

IMG_2774

…ou tortinha de palmito espetacular, do Conceição Discos e Comes, onde meus amigos Mobi, Marcela e Gabi me levaram. Rua Imaculada Conceição, 151 – Santa Cecília

IMG_2598

Pimenta cambuci recheada de peixe, do Minato, comida na cia do Paulão. Rua dos Pinheiros, 1308 – Pinheiros

IMG_1536

Dadinho de tapioca do Mocotó. Marquem uma excursão! No dia dessa foto estavam Tina, Thomás, Rê , Lui, Cacá, paula e Gabi! Avenida Nossa Senhora do Loreto, 1100 – Vila Medeiros

IMG_1511

Bolovo genial do Boca de Ouro. Este devorado com Marcela, Fe Carpa e Si Tobias. Rua Cônego Eugênio Leite, 1121 – Pinheiros